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A SBS atua no mercado há 13 anos, realizando projetos em parcerias com arquitetos desde a concepção até o detalhamento e dimensionamento das estruturas e dos telhados e traz a experiência da extinta Scali Coberturas, pioneira no setor de coberturas rústicas,que permaneceu no ramo por 20 anos, inclusive com filial em Portugal, onde por alguns anos executou projetos com as palhas exportadas daqui.

 

Especializada em estruturas de madeira e coberturas em sapé, piaçava, santa fé, telha de madeira-taubilhas e também na execução de telhados em geral, com as mais variadas telhas cerâmicas: colonial, portuguesa, romana, entre outras, tem a arquiteta e urbanista Silvia Scali responsável pelo desenvolvimento de projetos e acompanhamento das obras. A SBS é a única no setor com registro no CREA.

 

Além de projetar e fazer parcerias com diversos profissionais na área da construção civil, executamos projetos de terceiros, fornecendo somente mão de obra especializada ou as matérias primas de cobertura e também eucalipto tratado em autoclave, em imersão e eucalipto comum, sem tratamento, serrado e aparelhado. A SBS é representante exclusiva de vendas das taubilhas (telhas de madeira) no estado de SP, SC, RS e MG. Temos ainda dormentes, cruzetas e tudo em madeiras brutas e aparelhadas, vigas, caibros, pontaletes, tábuas, forros, madeirit e madeiramentos para construção em geral.

 

Atendemos residências, indústrias, restaurantes, pesqueiros, hotéis em todo Brasil. Construímos na cidade, campo, serra ou litoral. Contamos com serviços de:

• Projetos de arquitetura;
• Maquetes;
• Gerenciamento de Obras;
• Projetos Estruturais;
• Execução de Obras;
• Assessoria Técnica;
• Regularizações de imóveis.

Estabelecer um contato mais próximo com a natureza faz parte do estilo de vida atual, que redescobriu a força da terra, os poderes das pedras e as importantíssimas propriedades das plantas. Dentro desta nova e saudável concepção, a arquitetura oferece possibilidades para resgatar formas mais simples e naturais de se viver, entre elas, as coberturas naturais.

 

Optar por um revestimento natural para o telhado é uma forma de integrar a construção a natureza. Muito solicitado para casas de praia ou de campo, ele aparece também nas regiões urbanas, cobrindo ambientes de lazer, como varandas, quiosques, áreas de churrasqueiras, ou mesmo a casa inteira. Para obter um bom resultado, recomenda-se o uso de fibras tradicionais, como o sapé, a piaçava ou a palha santa fé.

 

Num primeiro momento, pode parecer estranho que este tipo de cobertura tão primitiva realmente proteja contra a ação da chuva, do vento e do sol. Entretanto, em pouco tempo de convivência ela mostra suas excelentes qualidades como isolante térmico e acústico. A água da chuva também não atrapalha, desde que a estrutura do telhado tenha declividade mínima em torno de 30 graus e se trabalha com uma manta entre as camadas. Uma das maiores vantagens das coberturas rústicas é o conforto térmico e acústico, além do ambiente aconchegante.

 

Já o inconveniente da proliferação de insetos pode ser resolvido com a aplicação de uma resina que impede que se instalem na palha. O risco de incêndio também é maior , mas pode-se instalar aspersores (dispositivos para irrigação) para manter o telhado úmido se o local for muito propício a queimadas ou outros perigos e também aplica-se uma resina anti-chama, que retarda a chama, possibilitando salvar a cobertura. Quando a cobertura natural for utilizada sobre churrasqueiras, recomenda-se construir uma chaminé alta, coberta por um tubo de amianto ou tijolos.

 

Normalmente a cobertura natural é associada a uma arquitetura de tendências rústicas. Mas ela pode se combinada a outros estilos, conferindo um toque irreverente a casa. Se a idéia é se aproximar ao máximo da natureza, a estrutura do telhado tem que ser de madeira, de preferência aparente. Caso a construção esteja pronta e tenha telhado, é possível colocar caibros onde as fibras são presas sobre as telhas ou laje. O único cuidado é observar a inclinação mínima da estrutura. A presença do forro é opcional e deve atender as expectativas estéticas para os ambientes internos, já que o visual do exterior está garantido.

 

Em todo o Brasil há empresas especializadas em coberturas naturais, porém poucas como a SBS, trabalham com todos os tipos de fibras. A dificuldade acontece porque normalmente só a mão de obra nativa da região de determinada fibra ou palha tem know-how para realizar uma cobertura perfeita. Nós temos mão de obra especializada para cada tipo de cobertura natural.

 

Além disso, o auxílio de um arquiteto, pode tornar o projeto mais harmonioso, imprimindo a dose exata de natureza para abrigar os usuários.

 

Na SBS você conta com experiência, qualidade e assessoria de profissionais qualificados para melhor atendê-los.

 

Conheça as fibras e suas características:

 

• Piaçava - original do Nordeste, esta fibra é colhida quando amadurece. A parte mais grossa é aproveitada para produzir vassouras e o restante é usado na confecção de coberturas. A piaçava é trançada em ripas de madeira, presas em caibros a uma distância entre 15 a 20 cm umas das outras, dependendo da inclinação do telhado, a fim de evitar vazamentos. A sobreposição das ripas compõe o visual interno da casa. Do lado de fora, a piaçava é penteada e fica lisa. A espessura final é de 8 a 10 cm. Para cada m² de cobertura utiliza-se 8 ml de piaçava, cada pente de piaçava tem 2 metros. O tempo médio de vida é de 07 a 10 anos, podendo até se estender conforme a manutenção dada na cobertura.

 

• Palha Santa Fé – encontrada no Rio Grande do Sul, proporciona a aparência de uma massa compacta e flexível. A palha é arranjada em feixes de 30 cm de comprimento, posteriormente presos com arame a ripas de 2,5 x 2,5 cm. Por sua vez, elas são pregadas aos caibros e separadas 20cm umas das outras. A espessura final da cobertura é aproximadamente 25 cm, podendo ser mais espessa se necessária. Quarenta feixes de 10cm de diâmetro cobrem 1m². É a palha de maior durabilidade: aproximadamente 15 a 25 anos.

 

• Sapé – é natural das encostas e mais fácil de ser encontrado no interior de SP. Para compor a cobertura, os feixes de sapé são amarrados com arame ao ripamento já pregado ao caibro. O efeito externo é semelhante ao da Santa Fé, porém com acabamento mais rústico, já a espessura não se assemelha a Santa Fé e sim a piaçava, pois acabado o telhado terá aproximadamente 10 a 15 cm de espessura. Cada metro quadrado requer 2 feixes de 25 cm de diâmetro.Sua durabilidade é de no máximo 5 anos.

     MADEIRAMENTO: as estruturas em angico preto, madeira lavrada e pau-falho não recebem tratamento, pois são madeiras "duras"e nobres, já o eucalipto é tratado em auto-clave(processo de vacuo-pressao que impregna a madeira com produtos químicos, imunizando-a contra fungos, cupins e apodrecimento).

     MANTA: ela é usada nos telhados de palha para impermeabilização da mesma, colocada entre as camadas a manta impede a passagem das águas, eliminando goteiras.

     RESINA IMPERMEABILIZANTE: ela vem complementar o trabalho da manta, tornando a cobertura mais impermeável, além de evitar que o vento "despentei" a palha e que os pássaros levem-na no bico pouco a pouco. Eliminando assim a sujeira nas piscinas também.

     RESINA ANTI-CHAMA: além de todos os benefícios anteriormente citados, ela tem a função de minimizar incêndios nas palhas, tornando a combustão lenta, possibilitando "salvar" a cobertura.

     Todos esses cuidados visam prolongar a durabilidade da sua cobertura, do seu quiosque, tornando viável este tipo de construção para aqueles que até então não viam vantagens em ter um telhado de palha.Tudo isto pode ser feito com as telhas convencionais também.Aliada a todos esses itens, destaque para mão de obra, altamente capacitada para executar sua obra.

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